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Na notícia de hoje:

🚀 Criptomoedas: A euforia dos 100k e o freio de mão regulatório

🏋️ Ações: A Smart Fit sentiu a fisgada no músculo financeiro

🌊 Câmbio: O verão do Real e a ressaca do Dólar no segundo semestre

🦅 Macroeconomia: O Fed pede a conta mas não levanta da mesa

📈 Juros: O varejo acelera e a curva de juros canta pneu

⚖️ Regulação: O apito final na investigação do Banco Master

💰 Bancos: Morgan Stanley e a volta por cima dos "tubarões" de Wall Street

Se o mercado financeiro fosse a Avenida Atlântica num domingo de sol, hoje o clima estava daquele jeito: metade da orla aplaudindo o pôr do sol e a outra metade correndo atrás do guarda-sol que voou com o vento. Vivemos um dia de contrastes dignos de uma novela das oito. De um lado, temos a euforia tecnológica e o cheiro de dinheiro novo com as criptomoedas e os grandes bancos de investimento americanos nadando de braçada. Do outro, a economia real e o "chão de fábrica" mandando sinais de fumaça que deixaram os investidores com a pulga atrás da orelha. É aquele momento em que o garçom traz a conta e a gente percebe que, talvez, a festa tenha sido um pouco mais cara do que o previsto.

Lançamento

Chegou o Economia sem Economês.

O programa Economia sem Economês foi desenhado para quem cansou de ver a inflação corroer o poder de compra ou de cair em armadilhas de juros que chegam a 50% ao ano no Brasil.

Não é sobre ficar rico da noite para o dia, é sobre parar de tomar decisões ruins. É ter a clareza matemática para decidir se vale a pena alugar ou financiar um imóvel e saber quando parcelar uma compra pode ser mais inteligente do que pagar à vista.

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Criptomoedas

O Bitcoin ensaia o desfile de campeão na Sapucaí dos 100k 🚀

Começamos pelo assunto que está dominando as conversas, do Leblon à Faria Lima. O Bitcoin (BTC) acordou com a disposição de um maratonista no Aterro do Flamengo, operando em alta firme e flertando perigosamente — no bom sentido — com a marca histórica de US$ 100 mil. Para vocês terem uma ideia da magnitude, a última vez que vimos esses patamares foi em meados de novembro do ano passado. O ativo rompeu resistências técnicas importantes, superando os US$ 94 mil e abrindo, tecnicamente falando, uma avenida para novas altas.

Mas o que está empurrando essa "carroça"? Não é apenas a especulação do varejo, meus caros. O dinheiro "esperto" — os investidores institucionais — voltou a comprar com força. Além disso, o cenário macroeconômico global está dando uma "canja". Os dados de inflação nos Estados Unidos vieram abaixo do esperado recentemente, renovando as esperanças de que os juros americanos caiam ao longo de 2026. E vocês sabem: juro baixo lá fora é gasolina aditivada para ativos de risco como as criptos.

Tem mais um tempero nesse caldeirão: a geopolítica. Com as tensões entre EUA, OTAN e até ameaças territoriais exóticas envolvendo a Groenlândia, o Bitcoin volta a ser testado como um ativo de proteção, tal qual o ouro digital. Em lugares com instabilidade severa ou censura na internet, como no Irã, a tese do Bitcoin como moeda "incensurável" e resistente a intermediários ganha força muscular.

Porém, nem tudo é festa na Lapa. O cenário regulatório nos EUA é a nuvem carregada no horizonte. O CEO de uma das maiores corretoras americanas soltou o verbo contra o projeto de lei de regulação que tramita no Congresso. O medo é que a lei, do jeito que está, inviabilize rendimentos em stablecoins e mate a inovação por asfixia burocrática. O mercado odeia incerteza jurídica mais do que carioca odeia dia nublado na praia.

Por que isso importa para você?

O Bitcoin não é mais apenas um "dinheirinho de internet" para nerds. Ele está se correlacionando com grandes movimentos globais de juros e geopolítica. Se você investe ou pensa em investir, entenda que estamos num momento de bifurcação: a tecnologia e a adoção institucional empurram o preço para cima, mas a caneta dos reguladores estatais pode puxar o freio de mão a qualquer momento. A lição aqui é sobre a maturidade do ativo: ele está deixando de ser uma aposta puramente especulativa para se tornar uma peça no xadrez financeiro global. Cuidado com a euforia, pois regulação mal feita é como buraco na estrada: fura o pneu de qualquer Ferrari.

Ações

A Smart Fit sentiu a câimbra no meio do treino 🏋️

Mudando a chave para a economia real, aquela do suor e do esforço. A Smart Fit, gigante das academias que a gente vê em cada esquina, tomou um tombo feio na bolsa hoje, com as ações caindo mais de 8%. E olha que o Ibovespa (o índice geral) estava até bem comportado, rondando a estabilidade e tocando máximas históricas durante o dia.

O que aconteceu? Foi o famoso "choque de realidade". Numa reunião fechada com analistas, a diretoria da empresa, liderada pelo CEO Edgard Corona, adotou um tom muito mais cauteloso do que o mercado esperava. Sabe aquele amigo que sempre diz que "tá tudo ótimo", mas de repente solta um "é, as coisas tão meio complicadas"? O mercado financeiro detesta esse tipo de surpresa.

Foram apontados dois problemas principais que funcionam como uma "câimbra" no crescimento da companhia:

1. Concorrência acirrada: As academias menores e outras redes estão mordendo os calcanhares da gigante. O crescimento desordenado do setor está gerando uma briga por preço e aluno, o que naturalmente pressiona quem está no topo.

2. Margens comprimidas pelo TotalPass: Aqui está a aula de economia. A Smart Fit tem um agregador chamado TotalPass (tipo um "Netflix de academias" para empresas). O problema é que o aluno que vem por esse canal deixa uma margem de lucro menor do que o aluno que se matricula direto no balcão da unidade. Como a representatividade desse canal aumentou na receita total, a margem geral da empresa tende a cair. É matemático.

Até pouco tempo atrás, bancos gringos como Citi e J.P. Morgan recomendavam compra, achando que o céu era o limite. A frustração veio porque a expectativa estava lá no alto. Quando a expectativa é alta, qualquer "talvez não seja tão bom assim" vira motivo para venda massiva.

Por que isso importa para você?

Este caso é uma aula clássica sobre Margem vs. Volume. Uma empresa pode estar cheia de clientes (volume), mas se esses clientes pagam menos ou custam mais para serem adquiridos (margem), o lucro final sofre. Para quem empreende ou investe, a lição é: crescer é bom, mas crescer com qualidade (mantendo a rentabilidade) é o que garante a sobrevivência no longo prazo. Cuidado com a "ilusão do faturamento". Nem sempre quem tem a academia mais cheia é quem está colocando mais dinheiro no bolso.

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Câmbio

O Real vai dar um mergulho no Posto 9 antes da tempestade 🌊

Vamos falar da nossa moeda, o Real, que é guerreiro mas sofre mais que goleiro de time rebaixado. As projeções mais recentes de estrategistas que costumam acertar na mosca indicam um cenário de "dois tempos" para o câmbio em 2026. Imaginem um dia de praia: a manhã (primeiro semestre) vai ser de sol, mas a tarde (segundo semestre) promete virar o tempo.

A previsão é que o Real se valorize na primeira metade do ano. O motivo? O nosso juro é alto pra chuchu. Isso atrai o capital estrangeiro que faz o carry trade — o gringo toma dinheiro emprestado num país de juro baixo (como Japão ou Europa), traz para o Brasil para render na nossa Selic, e embolsa a diferença. Com o Banco Central brasileiro mantendo uma postura de "falcão" (duro na queda com a inflação) e os fluxos para mercados emergentes aumentando, o diferencial de juros continua atraente. O dólar pode cair até a casa dos R$ 5,20 até o final do segundo trimestre.

Porém, não se acostumem com a bonança. A previsão é que, conforme o ano avança e chegamos perto das eleições presidenciais de outubro aqui no Brasil, o dólar volte a ganhar força, podendo bater R$ 5,60 no fim do ano. A incerteza política sempre cobra um prêmio de risco. Além disso, a economia americana continua resiliente, o que fortalece a moeda deles contra todo o resto do mundo, não só contra a gente. É um jogo de xadrez onde, às vezes, a gente perde o peão.

Por que isso importa para você?

Se você tem planos de viagem internacional ou precisa comprar equipamentos importados para sua empresa, o timing será essencial este ano. O primeiro semestre parece oferecer uma "janela de oportunidade" com o dólar mais barato. Deixar para comprar dólares ou fechar contratos de câmbio no final do ano pode custar caro devido à volatilidade eleitoral. No mercado financeiro, o calendário é rei. Aproveite o "sol" do primeiro semestre, porque a previsão do tempo para o fim do ano é de mar agitado.

Macroeconomia

O Fed pede a conta mas não levanta da mesa 🦅

Lá nos Estados Unidos, a política monetária é o maestro que rege a orquestra global. E hoje, Anna Paulson, presidente do Fed da Filadélfia (e que tem poder de voto nas decisões este ano), mandou um recado claro: "Não tenho pressa".

Ela afirmou estar confortável em manter os juros estáveis na próxima reunião do banco central americano. A meta é fazer a inflação americana voltar para os mágicos 2% ao ano. Ela acredita que estamos no caminho certo e que a inflação vai convergir até o final de 2026, mas, por enquanto, o remédio amargo (juros altos) precisa continuar agindo no organismo da economia.

Paulson não descartou cortes de juros lá para frente, mas colocou condicionais: apenas se os dados mostrarem que a inflação está realmente controlada ou se o mercado de trabalho começar a deteriorar (desemprego aumentar) de forma inesperada. É a famosa estratégia de "esperar para ver". Ela também defendeu a independência do Fed e de seu presidente, Jerome Powell, contra pressões e investigações recentes, reforçando que a instituição precisa ser técnica, e não um puxadinho da política.

Por que isso importa para você?

Enquanto os juros nos EUA estiverem altos, o dinheiro do mundo prefere ficar lá, rendendo em dólar com risco zero (Treasuries), do que vir para países emergentes como o Brasil correr risco. A decisão da Anna Paulson e seus colegas afeta diretamente o custo do crédito aqui e a cotação do dólar. Se o "xerife" não baixa a guarda lá, o nosso Banco Central aqui tem menos espaço para baixar os juros sem causar uma fuga de capitais. É a interconectividade global na veia: o espirro lá fora vira pneumonia aqui.

Juros

O varejo acelera e a curva de juros canta pneu 📈

Aqui no Brasil, o mercado de juros futuros (o DI) subiu hoje, indo na contramão do otimismo de outros setores. E a culpa é, ironicamente, de uma notícia "boa": o varejo vendeu muito.

As vendas no varejo restrito subiram 1% em novembro, muito acima do que qualquer economista previa (o teto das apostas era 0,8%). "Pô, mas vender mais não é bom?" Para a economia real, sim. Para quem controla a inflação, é um sinal de alerta amarelo piscando furiosamente. Venda forte significa demanda aquecida. Demanda aquecida, num país com histórico inflacionário e pleno emprego, pode significar preços subindo logo ali na frente.

O resultado imediato? O mercado olhou para esses dados e pensou: "O Banco Central não vai poder cortar a Selic tão cedo". A probabilidade de manutenção dos juros em 15% (um patamar altíssimo) aumentou drasticamente nas apostas dos investidores.

Para piorar a situação técnica, o Tesouro Nacional fez um leilão de títulos prefixados hoje e colocou muito papel na praça, com um risco maior do que o mercado esperava. Quando o governo quer vender muita dívida de uma vez, ele precisa oferecer um prêmio (juro) maior para convencer os investidores a comprarem. Isso pressionou as taxas longas para cima. É a lei da oferta e da demanda aplicada à dívida pública.

Por que isso importa para você?

Se a curva de juros sobe, o crédito para você financiar um carro, uma casa ou capital de giro para sua empresa fica mais caro agora, mesmo que a Selic oficial ainda não tenha mudado. O mercado antecipa o movimento. O dado do varejo mostra que a economia está resiliente, mas o custo disso é um juro que deve permanecer na estratosfera por mais tempo. Se você tem dívidas atreladas ao CDI ou pensa em se alavancar, refaça as contas. O dinheiro barato não vai voltar tão cedo.

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Regulação

O apito final na investigação do Banco Master ⚖️

Saindo dos gráficos e indo para as páginas policiais do mercado financeiro. Uma notícia bombástica envolvendo o Banco Master mostra como a fiscalização funciona nos bastidores. O Supremo Tribunal Federal (STF) revelou que uma denúncia anônima foi crucial para a abertura das investigações preliminares sobre supostas fraudes na instituição.

A Polícia Federal recebeu um arquivo PDF anônimo detalhando o esquema, e após cruzar os dados, confirmou a veracidade das informações. O que se desenha é uma "rede complexa e articulada" que, segundo o Ministério Público, usava fundos de investimento para circular ativos sem liquidez e com preços artificiais. Basicamente, é como se estivessem vendendo gelo no Polo Norte e dizendo que vale ouro, inflando o balanço de forma artificial.

A investigação aponta para crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e exploração de vulnerabilidades na regulação. Isso é grave porque bancos funcionam à base de confiança. Quando essa confiança é quebrada por operações fraudulentas entre partes relacionadas, o risco não é só do banco, é sistêmico.

Por que isso importa para você?

Esse episódio reforça a importância de onde você deixa o seu dinheiro. Rentabilidade muito acima da média do mercado geralmente vem acompanhada de riscos ocultos ou, no pior dos casos, fraudes. A solidez de uma instituição financeira é mais importante do que aquele 1% a mais no CDB. Além disso, mostra que os mecanismos de denúncia funcionam. Para o investidor, a lição é a eterna due diligence: pesquise, desconfie de milagres e diversifique. Nunca coloque todos os ovos na mesma cesta, principalmente se a cesta parecer bonita demais para ser verdade.

Bancos

Morgan Stanley e a volta por cima dos "tubarões" 💰

Para fechar com chave de ouro — ou melhor, de dólar —, vamos falar de quem está rindo à toa. O Morgan Stanley, um dos maiores bancos de investimento do mundo, divulgou seus resultados do quarto trimestre e os números vieram fortes. O lucro líquido subiu quase 19%, batendo US$ 4,4 bilhões.

O destaque foi a retomada do banco de investimento clássico: assessorar empresas em emissão de dívidas e fusões. Essa área cresceu impressionantes 47%. Isso sinaliza que as grandes empresas globais voltaram a se movimentar, a tomar crédito e a fazer negócios. Wall Street, que andava meio de lado com a alta dos juros, voltou a operar a todo vapor.

Além disso, a área de gestão de patrimônio (onde eles cuidam do dinheiro dos super-ricos) também cresceu, mostrando que a máquina de captar dinheiro novo continua azeitada. O CEO Ted Pick classificou o desempenho como excepcional. É o sinal definitivo de que, apesar dos medos de recessão, o coração financeiro do mundo continua batendo forte.

Por que isso importa para você?

Quando os grandes bancos de investimento lucram alto com emissão de dívidas e fusões, isso costuma ser um indicador antecedente de atividade econômica. Significa que as empresas estão confiantes o suficiente para expandir, comprar concorrentes e se endividar para crescer. Isso tende a gerar emprego e movimentar a economia real nos meses seguintes. O otimismo de Wall Street, muitas vezes, é o prenúncio de que a roda da economia global está voltando a girar com mais velocidade.

☕Conclusão

Meus amigos, o resumo da ópera de hoje é que estamos dançando conforme uma música complexa. Temos a tecnologia (Cripto) e o capital global (Morgan Stanley) puxando o baile para cima, enquanto a realidade operacional (Smart Fit) e a vigilância constante (Fed e Reguladores) tentam manter os pés no chão.

O investidor brasileiro, esse equilibrista nato, precisa olhar para o cenário com a malandragem de quem sabe que o sinal de trânsito pode fechar a qualquer momento. O varejo forte é bom, mas traz juros altos. O Real forte agora pode ser o dólar caro de amanhã. A chave do sucesso não é tentar prever o futuro, mas estar preparado para qualquer clima — seja de sol em Ipanema ou de tempestade tropical.

Como diria o Nobel de Economia Joseph Stiglitz, para nos lembrar que o mercado não é uma entidade mágica, mas sim um reflexo das regras que criamos:

"Os mercados não operam no vácuo. Eles são moldados por regras e regulamentos, e a forma como essas regras são estruturadas determina quem ganha e quem perde."

Joseph Stiglitz (nascido em 1943) é um renomado economista norte-americano, professor na Universidade de Columbia e vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 2001.

Até mais. Espero-te aqui de novo as amanhã as 06:00 em ponto. Obrigado pela atenção e um bom dia caro leitor!

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